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15/04/2016

MEI deve fazer imposto de renda? Descubra se você precisa e como preencher a declaração passo a passo


Todos os anos os brasileiros possuem uma obrigação com a Receita Federal, a de fazer sua declaração de imposto de renda (IRPF). Neste período que vai de março a abril, sempre surgem muitas dúvidas, afinal todos querem evitar problemas com o Leão.

Quando os rendimentos estão associados ao trabalho no regime de CLT existe um documento que sempre ajuda, o Informe de Rendimentos, mas o Microempreendedor não possui este documento, então como fazer a declaração?

A dúvida fica ainda maior pois em todos os anos, até o mês de maio, os microempresários do MEI possuem a obrigação de fazer a declaração anual chamada de DASN SIMEI e desta forma muitos acham que não precisam fazer o Imposto de Renda na Pessoa Física.

Você é Microempreendedor Individual e não sabe se precisa fazer a declaração, continue lendo este post que explicaremos tudinho à você.

Imposto de Renda do MEI – Obrigação da Pessoa Jurídica ou da Pessoa Física
A primeira coisa que orientamos aos Microempreendedores que nos procuram é a necessidade de fazer uma gestão segregada da Pessoa Jurídica e da Pessoa Física.

É isso mesmo! Quando se abre uma MEI, existe uma Empresa, Pessoa Jurídica que tem como número de registro para a Receita Federal o CNPJ, e uma Pessoa Física que tem como número de registro para a Receita Federal o CPF.

Então quando você ler ou ouvir que o MEI tem como principais obrigações pagar a DAS, realizar o controle mensal de Receitas e fazer a declaração anual DASN SIMEI, essas informações estão totalmente corretas.

Se você quer saber mais sobre a declaração DASN SIMEI acesse nosso guia passo a passo.
Agora, o que você precisa se atentar são as suas obrigações como Pessoa Física, entre elas está a declaração de imposto de renda, na qual você também pode estar obrigado de acordo com os rendimentos gerados pela empresa.

O rendimento do MEI é o faturamento da empresa?
Não, o rendimento do MEI não é o faturamento da empresa. Achar isso é uma causa comum de erros e que pode levar você a pagar mais impostos.

Lembra-se do que eu falei sobre a Pessoa Física e a Pessoa Jurídica. O faturamento é algo ligado a empresa e não diretamente a seu proprietário, a este, o que vai efetivamente é o que sobra após o pagamento das despesas da empresa, não é mesmo? Vamos entender isso no quadro abaixo:

veja mais aqui: http://capitalsocial.cnt.br/imposto-renda-mei-irpf/?pushcrew_powered

24/03/2016

O que é situação econômica e financeira da sua empresa?


Será que é possível que uma empresa esteja em uma boa situação econômica, mas em uma situação financeira apertada? Afinal, situação econômica e situação financeira não são a mesma coisa? Se você tem dúvidas quanto a estas questões, este post foi feito para você! Continue lendo e entenda as diferenças entre essas duas expressões:

O que é situação econômica?
Esta expressão tem a ver com a situação contábil de uma entidade, ou seja, com os lucros ou prejuízos apurados dentro de seu regime de competência. A organização com ótima situação econômica possui grande quantidade de bens e direitos, a constituir seu patrimônio bruto. Essa situação significa que esses bens não foram obtidos por meio de financiamento ou aporte de terceiros: o que está em seu poder de fato diz respeito ao Patrimônio Líquido (ou riqueza) da empresa.

Neste sentido, o gestor precisa avaliar periodicamente os resultados contábeis de sua empresa, a fim de entender se o negócio está dando lucro ou prejuízo e avaliar a dimensão efetiva de seu patrimônio, seu ativo e seu passivo.

E o que é situação financeira?
Em contrapartida, a situação financeira está relacionada ao caixa da empresa. Ou melhor, diz respeito aos rendimentos e às despesas que a organização apresenta ao longo de um período determinado, o que constitui seu orçamento, podendo ser positivo ou negativo. Se a empresa tem recursos disponíveis para cobrir suas obrigações mais urgentes e as contas a pagar do período, tudo estará bem com sua situação financeira. Porém, se a empresa não traz recursos acessíveis ou suficientes para honrar seus compromissos de momento, sua situação financeira vai se mostrar em apuros.

Dentro do plano financeiro, o gestor deve ficar de olho no corte das despesas menos necessárias ou inesperadas e adaptar as datas de seus recebimentos aos prazos das saídas de recursos da empresa para não cair no saldo negativo.

Por que é importante ter cuidado com as duas expressões?
O empreendedor precisa considerar as duas grandezas — tanto a situação financeira quanto a econômica — para entender sua saúde financeiro-econômica. Isso porque uma empresa pode apresentar uma ótima situação econômica, sem ter situação financeira positiva. É o caso de, por exemplo, ter muitos clientes que compraram a prazo, inadimplentes. A empresa pode ter direitos a receber, mas não trazer dinheiro suficiente para saldar suas obrigações, porque contava com os recursos a receber. A mesma situação pode ser encontrada em uma empresa que tem um estoque enorme, ou seja, excesso de capital imobilizado, mas com vendas baixas.

De outro modo, pode-se encontrar uma empresa com situação financeira positiva e situação econômica ruim, quando, por exemplo, há dinheiro para pagar as obrigações do período, mas o ativo da entidade está em baixa ou existem muitas dívidas de empréstimos a serem quitadas no curto ou médio prazos.

Para fazer uma boa gestão financeira do negócio, o empreendedor deve ficar atento à situação financeira de seu negócio, tanto quanto à situação econômica. É importante ter boas noções dos conceitos e expressões financeiras, não apenas para facilitar a leitura e o entendimento de seus controles, mas também para ser mais capaz na elaboração de boas estratégias corporativas, vale a pena até um bate papo com o seu contador.

E então, como estão as situações financeiras e econômicas de sua empresa? Seu contador te entrega os demonstrativos contabéis e você os analisa?

20/01/2016

Alterações nos limites de faturamento para MEI e do Simples Nacional!

Este é o primeiro passo para que tenhamos alteração nos limites de faturamento para efeitos de enquadramento das empresas no MEI, no SIMPLES NACIONAL e também no perfil de empresas: MICROEMPRESA e EMPRESA DE PEQUENO PORTE.

A COMISSÃO ESPECIAL DESTINADA A EMITIR PARECER AO PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N° 25, de 2007:
Altera os limites de faturamento para as seguintes condições:

MEI – Micro Empreendedor Individual______Limite de R$ 120.000,00 para cada ano-calendário
MICROEMPRESA ____________________________Limite de R$ 900.000,00 para cada ano-calendário
EMPRESA DE PEQUENO PORTE ________________Limite de R$ 14.400.000,00 para cada ano-calendário.

Propõe redução no número de tabelas de alíquotas para o regime do simples nacional para 4 tabelas, ocorrendo então, a unificação dos Anexos III, IV e V para somente o Anexo III, e o Anexo VI, passa a ser o Anexo IV, com as seguintes faixas de faturamento e escalas de alíquotas.
Não deverá ocorrer tão somente aplicação das alíquotas… tal qual a tabela do IRPF que possibilita DEDUÇÕES NAS PARCELAS, nestas tabelas também serão passíveis as deduções, é a proposta! (clique na tabela para ampliar)

Tabelas simples 2016




Resta-nos aguardar a evolução dos trâmites até a aprovação final pela Presidência da República.

Estas mudanças deverão entrar em vigor à partir de 2016

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO CONTÁBIL E FINANCEIRA

22/09/2015

ESPECIALIZAÇÃO EM CONSULTORIA

A IG consultoria tem a honra de contar agora com um consultor especializado pelo Sebrae. Itamar Gomes de Sousa, Administrador de empresa, especialista em gestão financeira e contábil, agora é especializado em consultoria pelo Sebrae.