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01/08/2014

MICRO E PEQUENAS EMPRESAS GERAM 27% DO PIB DO BRASIL

Em dez anos, os valores da produção gerada pelos pequenos negócios saltaram de R$ 144 bilhões para R$ 599 bilhões

Micro e pequenas empresas geram 27% do PIB do Brasil
PIB dos pequenos negócios no Brasil

Brasília- Os pequenos negócios respondem por mais de um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Juntas, as cerca de 9 milhões de micro e pequenas empresas no País representam 27% do PIB, um resultado que vem crescendo nos últimos anos. Os dados inéditos são revelados pelo presidente do Sebrae, Luiz Barretto. “O empreendedorismo vem crescendo muito no Brasil nos últimos anos e é fundamental que cresça não apenas a quantidade de empresas, mas a participação delas na economia”, afirma Barretto.

As micro e pequenas empresas são as principais geradoras de riqueza no Comércio no Brasil, já que respondem por 53,4% do PIB deste setor. No PIB da Indústria, a participação das micro e pequenas (22,5%) já se aproxima das médias empresas (24,5%). E no setor de Serviços, mais de um terço da produção nacional (36,3%) têm origem nos pequenos negócios.


Fonte: Assessoria de Imprensa Sebrae

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MEI FAZ CINCO ANOS COM FORMALIZAÇÃO DE MAIS DE QUATRO MILHÕES DE OPTANTES
29/07/2014

Depois da formalização, os novos empresários constataram um aumento de 68% nas vendas

MEI faz cinco anos com formalização de mais de quatro milhões de optantes
Vendedores de roupas, cabeleireiros e pedreiros correspondem a 22% dos formalizados

Brasília - A figura jurídica do Microempreendedor Individual (MEI) completa cinco anos neste mês de julho e das mais de 470 atividades permitidas para a categoria, apenas três acumulam mais de 900 mil formalizações. As atividades de vendedores de roupas, cabeleireiros e pedreiros correspondem juntas a 22% do total de pessoas que optaram por esse caminho para empreender. Desde que foi criado, em 2009, mais de 4,1 milhões de brasileiros já se formalizaram.


“O Microempreendedor Individual pode ser considerado o maior movimento de formalização empresarial do mundo. A criação dessa figura jurídica representou a conquista do CNPJ e de direitos previdenciários como aposentadoria e licença-maternidade para milhões de brasileiros”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, que ressalta a importância econômica do MEI para o país, não apenas por ser mais uma porta de entrada para a legalização de diversos empreendimentos, mas por ampliar a arrecadação fiscal e previdenciária.

"A criação dessa figura jurídica representou a conquista do CNPJ e de direitos previdenciários como aposentadoria e licença-maternidade para milhões de brasileiros.”
Luiz Barretto - Presidente do Sebrae

Quem opta por se tornar MEI passa a ter o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e acesso aos benefícios previdenciários por apenas 5% do salário mínimo e mais R$ 5 de ISS e R$ 1 de ICMS (dependendo da atividade desenvolvida), em um único boleto mensal. Ele também pode contratar até um funcionário que receba até um salário mínimo. O processo de formalização do microempreendedor individual é rápido e pode ser feito de forma gratuita, na internet, no Portal do Empreendedor, no campo Formalize-se.


Após o cadastro, o CNPJ e o número de inscrição na Junta Comercial são obtidos imediatamente, sem custos e burocracia. Ao se formalizar, o empreendedor pode emitir nota fiscal e participar de licitações públicas, ter acesso mais fácil a empréstimos, fazer vendas por meio de máquinas de cartão de crédito, entre outras vantagens. A criação dessa figura jurídica trouxe ainda benefícios como a possibilidade de comprar matéria-prima com descontos e a participação em licitações.

Entre os milhares de cabeleireiros formalizados está a carioca Vanessa Brito, da Cidade de Deus. Ela tornou-se microempreendedora individual em setembro de 2011 para revender produtos de uma linha de cosméticos. Depois disso, decidiu investir no seu próprio salão de beleza, aberto um ano depois. De lá para cá, conseguiu abrir um espaço próprio e já tem duas unidades franqueadas. Para fazer frente às novas exigências, passou de MEI para microempresa em maio passado. “Tenho seis funcionários, três manicures e três cabeleireiros, todos com carteira assinada, o que me dá o maior orgulho”, diz ela.


Fonte: Assessoria de Imprensa Sebrae

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Alessandra Pires
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08/04/2014

Aliado importante para a tomada de decisões

Lançada no último mês, a ferramenta permite que o usuário crie seu próprio questionário, selecione o público desejado e receba, em 24 horas, as primeiras respostas.

O CEO da empresa, Felipe Schepers, explica que a pesquisa de mercado é uma estratégia importante e que ajuda os gestores nas tomadas de decisão. De acordo com ele, pode-se fazer pesquisas para coletar opiniões sobre identidade visual, avaliar ideias e conceitos e saber mais sobre o perfil de um possível consumidor. "Ao invés de ficar só no feeling ou na experiência, o empresário passa a embasar suas decisões em uma pesquisa de mercado", destaca.

Ele afirma que muitas empresas não tinham a oportunidade de usar essa estratégia, tendo em vista os altos valores dos contratos de pesquisa tradicionais. Mas, na Opinion Box, até um microempreendedor consegue encomendar o serviço, já que os custos são muito mais baixos. "Na plataforma, cobramos a partir de R$ 4 por questionário respondido, sendo que cada usuário deve contratar, no mínimo, 50 entrevistas. Dessa forma, é possível fazer uma pesquisa de mercado a partir de R$ 200", resume.

Ao entrar na plataforma, o usuário consegue fazer uma seleção criteriosa do público desejado. Ele pode determinar a classe social, sexo, faixa etária e até região dos entrevistados. Além disso, ele tem a sua disposição 40 modelos diferentes de pesquisas para auxiliá-lo na criação do seu questionário. Assim que envia a pesquisa, a Opinion Box tem até sete dias para finalizar o projeto e enviar aos entrevistados, mas, segundo Schepers, esse processo tem acontecido em um prazo de 48 horas. As respostas dos entrevistados chegam a partir de 24 horas do envio.

Leia mais em: http://www.ead.sebrae.com.br/noticias/noticia.asp?codigo=9201